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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A TAM oferece passagens aéreas para mais de 60 diferentes pontos do brasil e do mundo

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Cataratas do Iguaçu descoberto por 
Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542
A área das Cataratas do Iguaçu (em espanhol: Cataratas del Iguazú) são um conjunto de cerca de 275 quedas de água no Rio Iguaçu {na Bacia hidrográfica do rio Paraná }, localizada entre o Parque Nacional do Iguaçu, Paraná, no Brasil, e o Parque Nacional Iguazú em Misiones, na Argentina, fronteira entre os dois países. A área total de ambos os parques nacionais, correspondem a 250 mil hectares de floresta subtropical e é considerada Patrimônio Natural da Humanidade.
O Parque Nacional argentino foi criado em 1934; E o Parque Nacional brasileiro, em 1939, com o propósito de administrar e proteger o manancial de água que representa essa catarata e o conjunto do meio ambiente ao seu redor. Os parques tanto brasileiro como argentino passaram a ser considerados Patrimônio da Humanidade em 1984 e 1986, respectivamente. Desde 2002 o Parque Nacional do Iguaçu é um dos sítios geológicos brasileiros.
Historicamente, o primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542.
As Cataratas do Iguaçu estão participando da campanha mundial de escolha das Sete Novas Maravilhas da Natureza, organizada pela Fundação New 7 Wonders. As cataratas estão entre as 28 finalistas da campanha, que deve durar até 2011 quando deve ser atingido o número de 1 bilhão de votos. font desas informações 

 O primeiro europeu a achar as Cataratas do Iguaçu foi o espanhol Álvar Núñez Cabeza de Vaca, no ano de 1542. 
Álvar Núñez Cabeza de Vaca
informações wikipedia
Sua primeira aventura nas "Índias", isto é, América, foi ao sul do que hoje são os Estados Unidos e o norte do México: alistado na expedição de Pánfilo de Narváez à Flórida (1527), foi um dos quatro únicos sobreviventes dos 300 homens que naufragaram frente às costas da Flórida que, durante oito anos, viveram entre os índios como comerciantes e curandeiros.
Em sua maior parte os náufragos morreram de sede ou pelos nativos. Cabeza de Vaca permaneceu cativo dos índios Ananarivo na costa do Golfo do México junto com os também náufragos Alonso del Castillo, Andrés Dorantes de Carranza e Estebanico, que foi o primeiro homem nascido na África a pisar territorio dos Estados Unidos da América, e ainda que seja descrito como negro, na realidade era berbere.
Por seus próprios meios conseguiram escapar e vivendo entre os índios como curandeiros e magos graças aos conhecimentos médicos de Cabeza de Vaca ganharam a confiança dos nativos e fizeram várias explorações em busca de uma rota para regressar à Nova Espanha pelo que hoje é o sudoeste de Estados Unidos e norte do México. Depois de perambular durante longo tempo pela extensa zona que hoje é a fronteira entre México e Estados Unidos, chegaram à zona do Rio Grande ou Rio Bravo. Seguindo o curso do rio encontraram tribos dedicadas à caça de bisonte com as quais conviveram. Finalmente, às margens do Rio Petatlán, restabeleceram o contato com um grupo de exploradores espanhóis em Sinaloa em 1536.
Durante aquela viagem recolheu as primeiras observações etnográficas sobre as populações indígenas do golfo do México escrevendo uma narração chamada Naufrágios, publicada em 1542 em Zamora e em 1555 em Valladolid, na qual descreve suas vivências e as de seus três companheiros que atravessaram a pé o sudoeste dos Estados Unidos e norte do México.Mas você não precisa ir  a pé, não é mesmo ? -A TAM oferece passagens aéreas para mais de 60 diferentes pontos do brasil e do mundo para você viajar com segurança e tranqüilidade pagando um preço justo.de um click no banner abaixo e confira.-Obrigado pela atenção.




 Paris é a capital e a mais populosa cidade da França
Paris é a capital e a mais populosa cidade da França, bem como a capital da região administrativa de Île-de-France. A cidade se situa num dos meandros do Sena, no centro da bacia parisiense, entre os confluentes do Marne e do Sena rio acima, e do Oise e do Sena rio abaixo. Como a antiga capital dum império estendido pelos cinco continentes, ela é hoje a capital do mundo francófono.

A posição de Paris numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais no coração duma rica região agrícola a tornou uma das principais cidades da França ao longo do século X, beneficiada com palácios reais, ricas abadias e uma catedral. Ao longo do século XII, Paris se tornou um dos primeiros focos europeus do ensino e da arte. Ao fixar-se o poder real na cidade, sua importância económica e política não cessou de crescer. Assim, no início do século XIV, Paris era a mais importante cidade de todo o mundo ocidental.

No século XVII, ela era a capital da maior potência política europeia; no século XVIII, era o centro cultural da Europa, cuja efervescência durante o Iluminismo lhe permite ainda hoje carregar o título de Cidade Luz; e no século XIX, era a capital da arte e do lazer, a Meca da Belle Époque. Sua arquitetura, seus parques, suas avenidas e seus museus fazem-na, pelo ano de 2004, a cidade mais visitada do mundo francófono, com cerca de 25 milhões de turistas, aproximadamente 500 000 a mais do que em 2003, segundo a Secretaria de Turismo e de Congressos de Paris.[2] As margens parisienses do Sena foram inscritas, em 1991, na lista do Património Mundial da UNESCO.
                                                                                                                  http://wwpinketudo.blogspot.com
Paris é a capital económica e comercial da França, onde os negócios da Bolsa e das finanças se concentram. A densidade da sua rede ferroviária, rodoviária e da sua estrutura aeroportuária — um hub da rede aérea francesa e europeia — fazem-na um ponto de convergência para os transportes internacionais. Essa situação resultou duma longa evolução, em particular das concepções centralizadoras das monarquias e das repúblicas, que dão um papel considerável à capital do país e nela tendem a concentrar ao extremo todas as instituições. Desde os anos 1960, os governos sucessivos têm desenvolvido políticas de desconcentração e de descentralização a fim de reequilibrar o país.

Abrigando numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, Paris é também uma cidade importante na história do mundo. Símbolo da cultura francesa, a cidade atrai quase trinta milhões de visitantes por ano, ocupando também um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo.
         
Em 2007, a população intra-muros (dentro do limite dos antigos muros) de Paris era de 2 193 031 habitantes pelo recenseamento do INSEE.[3] Porém, ao longo do século XX, a área metropolitana de Paris, se desenvolveu largamente fora dos limites da comuna original. A Grande Paris é, com seus 11 836 970 habitantes,[4] uma das maiores aglomerações urbanas da Europa e da União Europeia. Com um PIB de US$813.364 milhões[5] a Região Parisiense é um ator econômico europeu de primeira grandeza, sendo a primeira região econômica europeia.
Pouco se sabe sobre a história de Paris anterior à ocupação romana, somente que a região já era habitada desde tempos pré-históricos e que a última tribo gaulesa a ali habitar deu seu nome à cidade: os Parisii. Durante o resto do período do Império Romano, Paris foi comum e pequena, ofuscada pela capital da Gália, Lugdunum.

No início da Idade Média começa sua ascensão, foi a capital de Clóvis já no fim do século V. Sua posição privilegiada no centro de uma região fértil e cruzada por rotas comerciais fê-la a mais rica e mais populosa cidade europeia. Com a vinda do Renascimento e com o estabelecimento definitivo de Paris como sede do poder real, floresceram as artes, as letras, a música e a arquitetura. O convívio entre a nobreza privilegiada e uma população agitada com o fermento de novas ideias chegou ao fim com os eventos da Revolução Francesa.
Das chamas da Revolução e das cinzas do Império, Paris emergiu cheia de problemas sociais e de instabilidade política. A partir de meados do século XIX, ela virou novamente capital de um império. É então que se firmou como centro industrial e foi transformada de cidade medieval na cidade de parques e avenidas que hoje se conhece. As proezas da ciência e da cultura desse século foram nela expostos. Em seu apogeu, ela abrigou os maiores pensadores e foi fonte de todas as modas da época.




E então se iniciou um século de barbárie. A vitória na Primeira Guerra Mundial não a poupou de crises sociais e econômicas ao longo dos anos seguintes. Não demorou muito para que as trevas crescentes do Nazismo se aproveitassem dessa apatia para engolir a cidade luz. O insulto dessa vil conquista foi repelido em 1944, mas isso não impediu que Paris viesse a perder sua posição como capital imperial e como centro cultural para além do Atlântico.
O auge já era passado mas o sonho ainda estava vivo para os estudantes de maio de 1968, quando mais uma vez Paris se viu no centro de mudanças que atingiam para muito além de seus muros. Paris prossegue rica, bela, e ocasionalmente agitada. Entre seus atuais desafios estão o desemprego e a marginalidade dos imigrantes. Ela retém seu caráter de capital da França e da cultura francesa, e todo ano acolhe visitantes de todas as partes que vêm ver seus numerosos monumentos datados de séculos diversos — testemunhos de sua duradoura expressão no mundo ocidental.





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