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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

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A vez dos ultrabooks: mais leves, bonitos e o melhor, com maior desempenho
Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR
29/09/2011 | 07h28 | Futuro



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São Francisco (EUA) — Você entende as particularidades que existem entre as diferentes categorias de computadores portáteis? O que tem os notebooks que netbooks e tablets não têm? Bem, prepare-se, pois em breve as lojas de eletrônicos terão uma nova seção de produtos: a de ultrabooks. Mais finos, leves e com alta performance, esses modelos chegam ao mercado para combinar a portabilidade dos tablets com o desempenho oferecido pelos PCs.

Idealizado pela Intel, com o apoio dos principais fabricantes do setor, os ultrabooks são computadores que obedecem a uma série de especificações formuladas pela indústria. Elas abrangem desde espessura máxima (2,1cm), peso (até 1kg) e duração mínima da bateria (5h). “Alguns podem entender os ultrabooks como uma nova categoria de computadores. Outros podem achar que se trata, na verdade, de uma evolução dos notebooks. O importante é que, no fundo, o que vai melhorar é a experiência que os consumidores terão ao usar as suas máquinas”, disse ao Correio Mooly Eden, vice-presidente e diretor da área de computadores pessoais da Intel.

Esses dispositivos não serão apenas mais atraentes — finos o bastante para disputar mercado, por exemplo, com o Macbook Air, da Apple. Terão alto poder de processamento, pois usarão chips de 2ª e 3ª geração (Sandy Bridge e Ive Bridge) da família Intel Core, que chegam a ser até cinco vezes mais rápidos que os processadores Core 2 Duo.

“As pessoas desejam e exigem mais de seus computadores — seja para criar, consumir ou apenas compartilhar conteúdo”, alega Eden. “Essa é a razão pela qual desafiamos a indústria e a nós mesmos a fazer do ultrabook um dispositivo completo e adaptável às necessidades do usuário.” Molly foi um dos organizadores do Intel Developer Forum (IDF) 2011), evento realizado anualmente pela Intel que reúne algumas das principais companhias do setor de TI. Fabricantes como Toshiba, Lenovo, Asus e Samsung apresentaram, inclusive, modelos de ultrabooks que chegarão às prateleiras ainda no fim deste ano.

Início rápido

Além dos aspectos físicos, esses produtos se diferenciam dos demais por contar com algumas soluções proprietárias da Intel — como é o caso do Rapid Start Technology, que diminui o tempo gasto durante o processo de inicialização do computador. “Ao apertar o botão de ligar, em menos de cinco segundos o notebook já está pronto para ser utilizado”, conta Eden.

Esse tipo de portátil também conta com a função Smart Connect, que permite a atualização constante de informações do usuário, como a chegada de novos e-mails à caixa de entrada ou de mensagens recebidas nas redes sociais, mesmo quando o computador estiver desligado (desde que esteja ligado à internet).

Para Mariano Yacovino, diretor de netbook e tablet da Intel para a América Latina, no início esses produtos terão uma ação maior de marketing por parte dos fabricantes, que irão ressaltar as suas qualidades frente aos demais, diferenciado-os em uma categoria específica. “No entanto, acreditamos que os requisitos formulados para esse tipo de produto ditarão, daqui por diante, um novo padrão dentro do mercado.

No fim, não haverá mais distinções de segmentos”, avalia. Segundo ele, no próximo ano, aproximadamente 40% dos computadores portáteis oferecidos pelas marcas serão de ultrabooks. De acordo com a Intel, esses produtos deverão custar, em média, US$ 1 mil.

Incentivo de US$ 300 milhões

Para acelerar o desenvolvimento dessa nova categoria de computador, a Intel investiu US$ 300 milhões em um fundo destinado a encorajar fabricantes a desenvolverem produtos e soluções focadas nela. O dinheiro será distribuído ao longo de três anos. A intenção é estimular a criação, por exemplo, de baterias que garantam uma maior autonomia, de discos rígidos menores e com maior capacidade ou designs inovadores.

Haswell

A Intel aproveitou o evento para apresentar também o Haswell, o mais poderoso processador já desenvolvido pela empresa — e que deverá chegar ao mercado somente em 2013. Construídos sobre uma base de 22 nanômetros (nm), diferente dos 32nm dos atuais chips Sandy Bridge, a futura geração Core permitirá fazer ainda mais com os ultrabooks. “Além da performance, que crescerá significativamente, os avanços na tecnologia deverão reduzir o consumo dos chips em até 20 vezes em relação aos designs atuais, sem comprometer o desempenho.” Com isso, com apenas uma carga, a bateria do ultrabook poderá resistir até 10 dias em modo stand by.


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