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sábado, 25 de setembro de 2010

carlos ayres brito

O presidente do tribunal superior eleitoral[tse],
Carlos ayres brito, é reconhecido pelas posições
de vanguarda  que toma em seus votos .nesta entrevista
que deu a revista visão jurídica fala  sobre a consolidação do processo democrático para presidente da republica  depois
da ditadura militar e confirma o perfil progressista.
Carlos ayres brito defende, pessoalmente a liberdade na Internet,
incluindo doações de campanha .Para ele,a web poderia reverter
 o formato concentrado de financiamento de campanhas que o
Brasil tem atualmente,em que poucos doam muito aproximando-o
do modelo norte americano,em que muitos doam pouco.
na linha da modernizarão do processo eleitoral,Carlos ayres brito
afirma que o TSE quer implantar em oito anos a identificação biometrica do eleitor,para acabar com as fraudes,e desqualifica a mera inclusão de foto no titulo de eleitor como solução para o
problema. polémico,é contra o voto facultativo e o voto distrital
em razão a realidade socioeconomica brasileira ,mas ressalta que
 que a democracia é o melhor regime para se conduzir um pais.concedida antes da aprovação da lei
12.034/09  A entrevista apenas confirma o perfil progressista do ministro,que solicitiou ao congresso nacional que não permitisse a volta do voto de papel,que acabou incluído na lei.

sexta feira 17/02/2012
Ficha limpa passou a valer para 2012 


Com o voto decisivo de Carlos ayres brito

STF declara constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa

 Carlos Ayres Brito Foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal pelo Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, por decreto de 5 de junho de 2003, na vaga decorrente da aposentadoria do Ministro Ilmar Galvão, havendo tomado posse em 25 do mesmo mês.


Gilmar mendes votou contra a lei da ficha limpa   [ noticias r7 ]

Imagem do G1
Ao detalhar seu voto, Gilmar Mendes criticou duramente a lei e a forma como ela foi criada, como projeto de iniciativa popular.


 É completamente equivocado utilizar as expressões ‘vontade do povo’ e ‘opinião pública’ para se relativizar o princípio da presunção de inocência no âmbito do sistema de inelegibilidades do direito eleitoral. Não podemos proceder, a meu ver, a uma tal relativização levando em conta uma suposta maioria popular momentânea que prega a moralização da política à custa de um princípio tão caro a toda a humanidade, que é o da presunção da não culpabilidade
  1. Ministro Marco Aurélio vota a favor da Ficha Limpa - Marco Aurélio conclui o voto. Ele considera a Lei da Ficha Limpa constitucional.
  2. Ministro Celso de Mello confirma voto contra o projeto. Mello  se diz contrário ao uso de condenações por órgão colegiado como fator que causa inelegibilidade    
  3. Ministro Gilmar Mendes vota contra Ficha Limpa 
  4. Ministro Ayres Britto dá sexto voto a favor e Ficha Limpa já tem apoio da maioria   
  5. Ministro Ricardo Lewandowski vota a favor da Ficha Limpa
  6. Luiz Fux, relator Votou a favor da ficha limpa  
  7. O ministro Joaquim Barbosa  votou a favor da ficha limpa       
  8. Dias Toffoli votou contra a lei da ficha limpa
  9. A ministra    Rosa Weber votou a favor da ficha limpa
  10. A ministra Cármen Lúcia votou a favor da ficha limpa
  11. Cezar Peluso votou contra a lei da ficha limpa
foto do G1
Carlos Augusto Ayres de Freitas Britto (Propriá, 18 de novembro de 1942) é um poeta e jurista brasileiro, atual vice-presidente do Supremo Tribunal Federal.
Bacharel em Direito (1966), pela Universidade Federal de Sergipe, instituição da qual se tornaria professor, é mestre e doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Na sua trajetória profissional, ocupou, em Sergipe, os cargos de Consultor-Geral do Estado no governo José Rollemberg Leite (1975-1979), Procurador-Geral do Estado entre 1983 e 1984, e Procurador do Tribunal de Contas do Estado. Em 1990, foi candidato a deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores[3][4], porém não foi eleito.
Em 2003, foi nomeado pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, para o cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal, em virtude da aposentadoria do ministro Ilmar Galvão. Presidiu o Tribunal Superior Eleitoral no período de 6 de maio de 2008 a 22 de abril de 2010, sucedendo ao ministro Marco Aurélio e sendo sucedido pelo ministro Ricardo Lewandowski.
É autor de diversas obras jurídicas e de poesia[5]. Conferencista requisitado, é membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas e da Academia Sergipana de Letras.
Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[6].- fonte destas informações-wikipedia



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